O Torneio de Níveis e Golfinhos 2015 é em Sines!

Fotos e resultados brevemente

 

 

CAMPEONATO DISTRITAL DE TRAMPOLIM E TRAMPOLIM SINCRONIZADO

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RESULTADOS DO CD

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CAMPEONATO DISTRITAL DE DUPLO MINI-TRAMPOLIM E TUMBLING

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RESULTADOS DO CD

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TORNEIO DE INVERNO

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RESULTADOS DO TORNEIO DE INVERNO

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Esta modalidade tem o seu surgimento impreciso.

Apesar disso, sabe-se que na Idade Média os acrobatas de circo utilizavam tábuas de molas nas suas apresentações e os trapezistas saltavam para uma rede de segurança.

Todavia, somente no século XX as apresentações em "camas elásticas" foram vistas, também em forma de entretenimento

Em 1936, George Nissen, inventou o aparelho como o conhecemos hoje, aprimorou a técnica e institucionalizou o trampolim como modalidade desportiva.

Inúmeros mortais e piruetas são executados a cerca de oito metros de altura e requerem precisão técnica e preciso controlo do corpo.

As competições são individuais ou sincronizadas para homens e para mulheres.

Popularizado, é praticado por profissionais do desporto e por amadores.

Fazem ainda parte da ginástica de trampolim o Duplo Mini-Trampolim e o “Tumbling.

O Duplo Mini-Trampolim é considerado uma vertente recente, se comparada com as demais modalidades, e consiste na combinação da corrida horizontal com os saltos verticais do trampolim: após uma corrida, o ginasta salta para um trampolim mais pequeno, duplamente nivelado, para executar um salto em um dos níveis, seguido imediatamente por um elemento que irá finalizar sobre o colchão de receção.

Já o “Tumbling” em si, apesar de inserido como pertencente a ginástica de trampolim, não nasceu desta modalidade.

A sua competição consiste na avaliação de velocidade, força e habilidade, enquanto se executa uma série de elementos acrobáticos com deslocamento horizontal realizadas numa uma pista de 25 metros.

A competição preliminar consiste em duas séries, onde os primeiros 8 colocados avançam para a final realizando 1 série no TI e Syn e duas no DMT e TU.

Esta modalidade comporta calendários competitivos distritais e ainda todo o quadro de preparação das Seleções Nacionais com Estágios e Provas Nacionais e Internacionais (Campeonatos da Europa, Campeonatos do Mundo e Jogos Olímpicos)

A Ginástica de Trampolins engloba então a nível internacional quatro modalidades: Trampolim Individual (TI); Trampolim Sincronizado (Syn); Duplo Mini-Trampolim (DMT); e Tumbling (TU).

Foi tutelada até 1996 pela Federação Internacional de Trampolins (FIT), passando depois para a tutela da FIG com o intuito da inclusão nos Jogos Olímpicos de Sydney.

Estas modalidades regem-se por um Código de Pontuação e um Regulamento Técnico próprios e o Trampolim Individual é modalidade constante do Programa Olímpico.

Os seus objetivos são os de numa base de preparação aprofundada, assimilar exercícios gímnicos de grande complexidade, atingindo um elevado aperfeiçoamento na técnica e execução desses exercícios, mostrando uma elevada mestria desportiva.

Existe ainda o Mini-Trampolim onde a competição é apenas realizada a nível nacional, não existindo competições internacionais para esta especialidade.

O ginasta, após uma corrida de balanço, realiza um elemento técnico, tendo de efetuar a receção no colchão de receção, numa zona delimitada para esse efeito e semelhante à do duplo mini trampolim.

Numa competição de Mini-Trampolim cada ginasta realiza três elementos.

 

CÓDIGO DE PONTUAÇÃO

Posições requeridas durante um elemento

Existem 3 posições fundamentais.

Em todas as posições, os pés e pernas devem ser mantidos juntos e os pés e os dedos apontados.

Posição empranchada: o ângulo entre a parte superior do corpo e as coxas tem de ser maior do que 135°.

Posição encarpada: o ângulo entre a parte superior do corpo e coxas deve ser igual ou inferior a 135° e o ângulo entre as coxas e as pernas tem que ser maior do que 135°.

Posição engrupada: o ângulo entre a parte superior do corpo e coxas deve ser igual ou inferior a 135° e o ângulo entre as coxas e as pernas deve ser igual ou inferior a 135°.

 

Final de uma rotina

A rotina deve terminar sob controlo na posição vertical, com os dois pés sobre o trampolim ou área de receção.

Após o receção o ginasta deve ficar de pé por cerca de três segundos

 

Pontuação

Três tipos de notas podem ser usados: 'A', que é o total do grau de dificuldade de uma rotina, 'B', que é o total dado por um juiz de execução numa rotina e 'C', que pode ser o tempo de voo ou o sincronismo.

A pontuação total para uma rotina é baseada em uma nota A mais três notas centrais B mais uma C (no caso do trampolim individual ou sincronizado).

 

Nos trampolins a dificuldade de cada elemento é calculada com base na quantidade de piruetas e mortais com um bónus para cada mortal completo (360°) de 0.1pt.

 

A avaliação da execução e da dificuldade é feita em décimos de ponto.

 

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